5 LENDAS BIZARRAS SOBRE GATOS DEMONÍACOS

Aposto que na sua linha do tempo do Facebook os gatos estão dominando com suas fofurices.
Mas vamos falar a verdade, quem que não fica loooouco de amores e vontade de apertá-los quando um vídeo ou uma foto aparece na sua frente?

Mas a verdade, é que nem sempre eles foram figuras tão queridas assim…
No Egito Antigo, eles eram idolatrados. Porém, inúmeras lendas colocavam os felinos como criaturas demoníacas, dispostas a tudo para desgraçar a vida humana. O site Listverse compilou alguns desses contos fantasiosos que nós aqui do Muita Brisa trazemos para vocês.

Vamos lá para a nossa linda lista de gatos demoníacos:

1. Cait Sith
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Você consegue imaginar um gato quase inteiramente preto, exceto por uma mancha branca no peito, e que tem o tamanho de um bezerro? Pois é, esse é o Cait Sith. Apesar de ter um nome à la Star Wars, ele faz parte do folclore da Irlanda e da Escócia. Seu nome significa “Fada do Gato”, mas de fada ele não tem muita coisa…

Os escoceses acreditavam que o Cait Sith era uma bruxa que se transformava em gato. Na nona vez que ela assumia a forma animal, ficava assim para sempre. Então, quando um gato preto passava perto de alguma pessoa morta, a lenda diz que era a tal bruxa que veio buscar a alma da pessoa.

Para piorar, existe de fato um gato selvagem na Escócia que se parece com a descrição do Cait Sith. O Kellas (Felis silvestris) não pode ser domesticado e já deu muito susto na galera. Era tradição, inclusive, evitar fogo e calor nos velórios para não atrair a bruxa. É pra borrar as calças né?

2. Gato-cacto
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Se um gato do tamanho de um bezerro já te deixa com o cu na mão, imagina um gato que se parece com um cacto do deserto? Essa lenda foi bastante popular no norte do México e no sudoeste dos Estados Unidos há mais de um século. Apesar de ter o tamanho de um animal doméstico, o gato-cacto tinha o corpo coberto de espinhos.

Ele se alimentava, é claro, dos cactos da região que ele supostamente assombrava, só que o suco dessa planta acabava fermentando e era comum ouvir esse monstrengo bêbado e uivando durante as noites. Ele também atacava os caubóis, que teriam sido os responsáveis pelo seu extermínio.

3. Gato-de-rabo-de-bola
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E o que dizer desse felino que parece saído de “Jurassic Park”? O gato-de-rabo-de-bola tem uma protuberância em sua cauda repleta de espinhos e supostamente assombrou algumas regiões do Norte dos Estados Unidos.

Claro que ele usava essa cauda como arma: como ele vivia nas árvores, ele esperava uma vítima passar por baixo dela para golpeá-la com seus espinhos matadores. O rabo também servia durante o acasalamento, já que o macho batia com ele nos troncos ocos para chamar atenção das fêmeas. Ligeiro esse gatinho.

4. Big Ears
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O Big Ears (ou Orelhas Grandes) é um gato demoníaco do folclore da Escócia. Ele seria descendente do Irusan, o místico rei dos gatos. Inicialmente, o Big Ears era uma espécie de oráculo, que tinha o poder de atender aos desejos das pessoas. Só que um grupo de pagãos resolveu colocar fim nessa “brincadeira” e criou um ritual macabro para invocar o Big Ears.

Os pagãos assaram gatos vivos durante vários dias até que as almas desses animais teriam se revoltado e voltado para se vingar. Os pagãos acharam que era o Big Ears que estava ali para conceder-lhes desejos, ledo engano… O ritual aconteceu várias vezes durante o século 17, sendo amplamente criticado pela Igreja Católica. Que dó dos bichinhos.

5. Bakeneko
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Essa vai agradar os gatólogos de plantão: o bakeneko faz parte do folclore do Japão e começa a sua vida como um gatinho de estimação normal. Porém, perto de completar 12 ou 13 anos, o bichano desenvolve superpoderes e passa a caminhar de pé apenas nas patas traseiras! Ele também começa a entender seu dono e a se comunicar com ele! Parece um sonho (se pá um pesadelo né…) se tornando realidade!

Pena que todo sonho tem sua versão pesadelo: a maior parte dos bakenekos são criaturas do mal! Eles chegam a devoram seus donos e assumir o seu lugar! Porém, existem aqueles que são mais fofinhos e estão mais a fim de ficar dançando com guardanapos sobre suas cabeças. Só que mesmo esses “do bem” poderiam trazer problemas, já que suas caudas poderosas incendiavam o que tocassem.

Essa lenda, porém, teve seu lado negativo: muitos gatinhos mais velhos eram abandonados no Japão com medo de que se tornassem bakenekos. Além disso, era quase certo que a cauda dos felinos fosse cortada bem curtinha para não ter perigo de ele incendiar nada quando se transformasse na criatura.

Você conhece outras lendas de gatos demoníacos? Compartilha com a gente ai!

Fonte: (1).

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